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sábado, 15 de maio de 2010

Cem perguntas, sem respostas.

A verdade? A verdade é que me deixas a pensar. A pensar em tudo, a pensar em nada, tens a capacidade de me pôr a mil á hora, cem perguntas, sem repostas ...
Querer, tentar, lutar, conseguir ? cem perguntas, sem respostas ...
O que queres de mim? O meu espírito? Consome-o. A minha vivacidade? Rouba-ma. O meu carácter? Arruina-o. Queres tudo? Leva. Não queres nada? Deixa
Mas não permitas que deite ao chão aquilo que me alimenta ... Amor, paixão, saudade, dignidade, coragem ...
Envolver-me ? Era a ultima coisa que queria, mas abri a torneira, gota a gota , ia alimentando-me com algo desconhecido, doce, mas com um travo sofro, traiçoeiro ...
E agora? Agora sinto a pressão no meu peito, não consigo respirar, vês a minha expressão? Estou a afogar-me. Vou fechar a torneira, vou fecha-la, não porque quero, mas porque a agua que estou a beber, a agua que me alimenta o espírito está a corroer o meu corpo, eu quero que ela se torne potável, quero muito. mas sei, sei que nunca se tornará própria para meu consumo.

2 comentários:

  1. Lindo Rolinho de Carne lindo mesmo. Bj

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  2. sounds just perfect!
    Adoro a forma como te entregas aos teus poemas, é fascinante.

    Este é em particular, um dos meus preferidos :D

    H&K sara

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