Sinto-me doente . Mas não aparento ter sinais de enfermidade. Não tenho a testa quente, nem a garganta irritada, não me doí o corpo nem a cabeça.
A única dor que tenho é nos olhos, que teimam em fechar. E se procurar bem, talvez tenha um pico no coração acelerado que teima em bater forte sempre que te vê.
Nas mãos ? Não é dor, é dormência acompanhada por exuberância. Uma miscelânea de tudo e nada, de dor e calor.
Bichos carpinteiros ? Talvez. Eles que se apoderem de mim, que vivam por mim, que sintam por mim, e me fechem num casulo impotente de sentir e viver. Impotente de me magoar. Impotente de dor. Eles que sofram por mim e pelo o meu corpo
No final de contas, talvez tenha uma doença que não se cura com antibióticos nem injecções de penicilina. Talvez se cure com uma cirurgia em que tu me concertes o coração e a cabeça com pozinhos mágicos. Pede ajuda ao Peter Pan. Ele que te dê os pós e uma vida !
Imagina ...
we cry
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domingo, 8 de maio de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Ruiva, mais ?
Pé entre é, largava o seu perfume, por uma praça que se assemelhava a Praça de D. Pedro V , o Rossio. Mas mais recatada , igualmente bela, mas irreconhecivel pelo pouco movimento que esta respirava . Provavelmente tratava-se realmente do Rossio, mas não havia a habitual confusão, barafunda, agitação, desórdia, balbúrdia.
Assemelhava-se ao seu quarto em ponto grande. Seu, só seu ! O seu tesouro que partilhava apenas com o seu minhau. Sua mãe desistira de lá entrar e foram muito poucos ou quase nenhuns os amantes que lá entraram.
Outros amante, eram os pelo vintage arregalavam os olhos para Clara. O seu vestido azul, pálido como o céu quando quer chover, condizia com o laço que prendia os seus cabelos Ruivos. Não se esforçara para parecer bonita aos olhos de ninguém. Vestira-se e atara os longos cabelos, com alguma sorte o que era um vestido maltrapilho e um pedaço de pano, fizeram-se parecer com algo parcialmente bonito.
Saíra de casa cedo porque o sono fugiu ! Mas perdia-se por aquela grande praça, andava as voltas, via as horas pelo sol e esperava pela lua. Ouvia música pelo seu ipod e esperava por ninguém !
O Ninguém não era agradável, era doce e fazia fervilhar o seu coração, era grande e abraçava-a ! Mas não era bom, pelo contrário, eram as memórias torcidas. Então mandou embora o Ninguém e ele foi antes que Clara dissesse que não queria mais a sua companhia .
Quando o Ninguém se foi embora , o Alguém chegou, também ele era doce. também a fazia fervilhar , de inicio não, mas foi aquecendo. Era pequenino mas também a abraça-va e algum dia iria ficar grande.
Então ele chegou, abraçou-a e deu-lhe um pastel de nata. Passearam até a Lua chegar e a Ruiva aprendeu a amar.
Assemelhava-se ao seu quarto em ponto grande. Seu, só seu ! O seu tesouro que partilhava apenas com o seu minhau. Sua mãe desistira de lá entrar e foram muito poucos ou quase nenhuns os amantes que lá entraram.
Outros amante, eram os pelo vintage arregalavam os olhos para Clara. O seu vestido azul, pálido como o céu quando quer chover, condizia com o laço que prendia os seus cabelos Ruivos. Não se esforçara para parecer bonita aos olhos de ninguém. Vestira-se e atara os longos cabelos, com alguma sorte o que era um vestido maltrapilho e um pedaço de pano, fizeram-se parecer com algo parcialmente bonito.
Saíra de casa cedo porque o sono fugiu ! Mas perdia-se por aquela grande praça, andava as voltas, via as horas pelo sol e esperava pela lua. Ouvia música pelo seu ipod e esperava por ninguém !
O Ninguém não era agradável, era doce e fazia fervilhar o seu coração, era grande e abraçava-a ! Mas não era bom, pelo contrário, eram as memórias torcidas. Então mandou embora o Ninguém e ele foi antes que Clara dissesse que não queria mais a sua companhia .
Quando o Ninguém se foi embora , o Alguém chegou, também ele era doce. também a fazia fervilhar , de inicio não, mas foi aquecendo. Era pequenino mas também a abraça-va e algum dia iria ficar grande.
Então ele chegou, abraçou-a e deu-lhe um pastel de nata. Passearam até a Lua chegar e a Ruiva aprendeu a amar.
Mais Ruiva?
Post it
A Ruiva do andar da esquina,
Ninguém,
Old/New,
P.,
Terra do Nunca
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Talvez um dia teu !
É meu, talvez nosso ...
Quem sabe, por vezes teu.
Mas quase sempre meu.
Queres provar ?
Só um pouco ...
Não ! É meu
Só meu, louco. Meu
Mas louca sou eu !
... Quase sempre meu ! Por vezes teu , talvez um dia nosso !
Quem sabe, por vezes teu.
Mas quase sempre meu.
Queres provar ?
Só um pouco ...
Não ! É meu
Só meu, louco. Meu
Mas louca sou eu !
... Quase sempre meu ! Por vezes teu , talvez um dia nosso !
Post it
Gosto de ti.,
Love,
paz,
Tempo,
Terra do Nunca
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Cansada de complicações, quero a Terra do Nunca !
Quero ser desenho animado, tinta de uma tela, banda desenhada, bonequinhos intrigantes com o destino já escrito, nas mãos de ninguém, ou então, nas mãos do mundo, ou talvez na boca.
Não importa.
Visto que estou com as ideias bastante confusas, vou sintetizar:
A conclusão a que quero chegar, é que estou bastante cansada, e traçar o destino é algo trabalhoso, mas tê-lo nas mãos de outrém não é assim tão compensador.
Portanto se me perguntarem : Mas afinal o que é que tu queres ? Eu iria olhar com uma cara estranha para o "perguntador" (é verdade, esta palavra existe), e iria acabar por divagar , e dar inicio a outro assunto, que não desse origem a casos com fronteira dificeis de precisar.
E sabendo que o que eu falo mais, é língua de perguntador, e metáforas e outras figuras de estilo é o que eu gosto , não contribuo para a minha tão desejada simplicidade.
Cansada de complicações, quero a Terra do Nunca !
Não importa.
Visto que estou com as ideias bastante confusas, vou sintetizar:
A conclusão a que quero chegar, é que estou bastante cansada, e traçar o destino é algo trabalhoso, mas tê-lo nas mãos de outrém não é assim tão compensador.
Portanto se me perguntarem : Mas afinal o que é que tu queres ? Eu iria olhar com uma cara estranha para o "perguntador" (é verdade, esta palavra existe), e iria acabar por divagar , e dar inicio a outro assunto, que não desse origem a casos com fronteira dificeis de precisar.
E sabendo que o que eu falo mais, é língua de perguntador, e metáforas e outras figuras de estilo é o que eu gosto , não contribuo para a minha tão desejada simplicidade.
Cansada de complicações, quero a Terra do Nunca !
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