Perdoem-me queridos astronautas, pelas minhas escassas vindas aqui na última semana.
Mas tal como as visitas, também o tempo é escasso. E para além de escasso também é parcialmente preenchido por testes, tarefas, e trabalhos. E tempo para mim , para o meu blog e para o meu livro ? Chapéu. Pois é !
Perdoem-me mais uma vez, abraços quentes para todos. Isto porque já posso andar com os pés ao léu. Xau Botas, que venham as sandálias, e as havaianas. A unhas dos pés pintadas de azul banana, e a bom disposição, que venham elas !
Já chega de comida de inverno. QUE VENHAM AS SALADAS E AS SARDINHAS !
ISTO PORQUE AMANHÃ VAI ESTAR 30ºC PARA NÃO CONTRASTAR COM O TEMPO DE HOJE !
Imagina ...
we cry
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
A Ruiva - Final (quase)
No primeiro dia de Inverno, Gabriel viu-a de novo, passara talvez 6 meses desde a última vez que a avistou. A sua casa ainda continuava as suas costas. Era bem mais fácil para Gabriel acreditar na nobre teoria do Fatalismo, o que está destinado acaba sempre por acontecer. É mais fácil esperar que o que quer que seja nos venha parar as mãos , afinal se não sabemos o que queremos, começamos por onde ?
A bela Ruiva olhou bem para o seu rosto mascarrado, conheceu-o bem de longe e correu para ele, o seu coração deixou de bater, e depois voltou a bater com muita forçaaaa. Não como naqueles filmes lamechas em que o tempo para. Clara correu para ele com toda a força que tinha, zangada ! Chegou ao pé dele, levantou os braços e bateu-lhe no peito, mais uma vez com toda a força que tinha, os seus braços, as suas pernas, todo o seu corpo estava zangado com o homem que a amava sem ela saber ...
Egoísta, como a pode amar e não lhe dizer nada ?
Gabriel agarrou-lhe nos braçinhos e no seu pequeno corpo e puxou-a para trás:
- Gabriel, é esse o teu nome?
- Sim Ruiva .
- Li todas as tuas cartas, e tu és a pessoa mais egoísta de sempre. Amas-me ? O que é isso? Como me dizes que me amas ? Eu não sei dizer. Eu não sei como fazer ... Não é justo alegares que parto corações, meu coraçãozinho é tanto de casca de ovo como todos os outros. E não tenho soldadinhos a protege-lo , por isso diz-me , como sabes o que é isso ? Ensina-me, eu não sei fazer ... Não sejas egoísta, não me prendas ... Ou então acorrenta-me ensina-me a fazer isso ... O que quer que seja.
Gabriel, ficou estupefacto, julgou tão mal aquela pessoa , aquela pessoa com um metro e sessenta e dois, pequenina para ele ... Pequenina para o mundo.
Ele não era forte , seu coraçãozinho também é de casca de ovo ... Pobre Ruiva, Clarinha ... Não sabe fazer, não sabe dizer... E afinal, o que é isso ? Quem é esse tal de "amor" ?
- Ruiva, Clara ... Minha princezinha , não sei tratar-te de outra maneira. Mas deixa que te faça sentir melhor.
O Amor ? É o que tu queres que seja ? Se eu sei o que é ? Talvez sim, talvez não ...
Vamos começar de novo:
- Olá eu sou o Gabriel e estou apaixonado por ti Ruiva !
A bela Ruiva olhou bem para o seu rosto mascarrado, conheceu-o bem de longe e correu para ele, o seu coração deixou de bater, e depois voltou a bater com muita forçaaaa. Não como naqueles filmes lamechas em que o tempo para. Clara correu para ele com toda a força que tinha, zangada ! Chegou ao pé dele, levantou os braços e bateu-lhe no peito, mais uma vez com toda a força que tinha, os seus braços, as suas pernas, todo o seu corpo estava zangado com o homem que a amava sem ela saber ...
Egoísta, como a pode amar e não lhe dizer nada ?
Gabriel agarrou-lhe nos braçinhos e no seu pequeno corpo e puxou-a para trás:
- Gabriel, é esse o teu nome?
- Sim Ruiva .
- Li todas as tuas cartas, e tu és a pessoa mais egoísta de sempre. Amas-me ? O que é isso? Como me dizes que me amas ? Eu não sei dizer. Eu não sei como fazer ... Não é justo alegares que parto corações, meu coraçãozinho é tanto de casca de ovo como todos os outros. E não tenho soldadinhos a protege-lo , por isso diz-me , como sabes o que é isso ? Ensina-me, eu não sei fazer ... Não sejas egoísta, não me prendas ... Ou então acorrenta-me ensina-me a fazer isso ... O que quer que seja.
Gabriel, ficou estupefacto, julgou tão mal aquela pessoa , aquela pessoa com um metro e sessenta e dois, pequenina para ele ... Pequenina para o mundo.
Ele não era forte , seu coraçãozinho também é de casca de ovo ... Pobre Ruiva, Clarinha ... Não sabe fazer, não sabe dizer... E afinal, o que é isso ? Quem é esse tal de "amor" ?
- Ruiva, Clara ... Minha princezinha , não sei tratar-te de outra maneira. Mas deixa que te faça sentir melhor.
O Amor ? É o que tu queres que seja ? Se eu sei o que é ? Talvez sim, talvez não ...
Vamos começar de novo:
- Olá eu sou o Gabriel e estou apaixonado por ti Ruiva !
Ps: A história da Ruiva e do malabarista , está a acabar ...
Post it
A Ruiva do andar da esquina,
Cartas,
Loucura,
Love,
what ?
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Loucura
Louca sou eu que penso que mudo o mundo, quando é ele que me muda a mim ! Isso e pensar que sei tudo, quando no fundo não sei nada , nada ! Nada de nada , sou como uma semente pequenina neste jurassic park ! Neste mundo, cheio de dinossauros que davam tudo para me comer aos pedaços .
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