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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Caloooor !

Perdoem-me queridos astronautas, pelas minhas escassas vindas aqui na última semana.
Mas tal como as visitas, também o tempo é escasso. E para além de escasso também é parcialmente preenchido por testes, tarefas, e trabalhos. E tempo para mim , para o meu blog e para o meu livro ? Chapéu. Pois é !

 Perdoem-me mais uma vez, abraços quentes para todos. Isto porque já posso andar com os pés ao léu. Xau Botas, que venham as sandálias, e as havaianas. A unhas dos pés pintadas de azul banana, e a bom disposição, que venham elas !



Já chega de comida de inverno. QUE VENHAM AS SALADAS E AS SARDINHAS !


ISTO PORQUE AMANHÃ VAI ESTAR 30ºC PARA NÃO CONTRASTAR COM O TEMPO DE HOJE !

terça-feira, 1 de março de 2011

D de Desculpa.







Minhau , Sapatos , Cabelo, Raquel , Meias


Estou farta da escola, vou desistir das funções e dos elementos químicos e vou vender churros para a Lua.
PS: desculpem-me queridos astronautas, estou consciente que aqui a nossa Lua, já teve melhores dias !
Desejem-me sorte para o intermédio de físico-química A , 5a-feira !

sábado, 26 de fevereiro de 2011

E obrigada 153268745682 vezes,

São 1:13 da manhã. Há duas horas atrás deitei-me sem forças para despir a desconfortável roupa que trazia comigo. O vestido que me desnudava e as meias que me faziam comichões imensas. Mas acima de tudo adormeci a falar contigo. Nunca escrevo para ti ! Não tenho nada a dizer. E sempre que escrevo é porque há alguma coisa que me desafina mais um pouco, algo que me deixa mais desconfortável, arestas que ainda não limei, nem vou limar ... Fazem parte de ti , se as deixares de ter, deixares de ser quem és. Penso que não quero isso ...
Mas tudo isto porque ainda não te agradeci. Por tudo o que me deste até hoje, afinal de contas, já passaram 118 dias, e eu aprendi que não pode ser tudo como eu quero, aprendi que não tenho sempre razão. Ensinaste-me a ser mais benevolente e a pensar duas vezes, a medir o que digo , afinal há palavras que não devem ser ditas a ninguém !
Obrigada, obrigada por teres um feitio ainda pior que o meu,  obrigada por seres mais teimoso que 100 mulas. Por todas as vezes que te pedi desculpa, agora digo-te obrigada.
E obrigada 153268745682 vezes, por me dizeres aquelas coisas fofinhas, por me olhares como me olhas e por fazeres aquele sorriso estúpido que tanto me encanta. Por abanares a cabeça quando estás embaraçado e por me abraçares e eu sentir que não vou a lado nenhum.
E agora são 1:36. vou despir o vestido estúpido, tomar banho e dormir que nem um bebé , porque acordei mais uma vez com a mensagem mais doce que um pacote de açúcar. amo-te


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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Invenção inventada

É triste , é sabido que sim
Sofrida incompatibilidade
Quando há falta de lealdade
Confiança, efémera irresponsabilidade

Doí-doí coraçãozinho
Não é falta de carinho
É sabido que não
Não , meu amigo

É culpa minha
Irresponsável rainha
Rainha dos raminhos de trigo
Volta , volta meu amigo

Mas agora vou embora
Não há mais palavras para mim
É castigo , sim sim
Culpa minha, pecadora sem fim

E minha cabeça de trigo ...
Palha , vento sem amigo
Feio, espantalho feio
Manda embora vento sem juízo

Maldoso, varres pensamentos
Não brinques mais comigo
Vai embora cabeça de trigo





Perdoem- esta invenção, não está nada de especial.
Mas esta semana foi complicada ,e acabei de fazer um teste de matemática A (Fácil por incrível que pareça) Mas não me correu necessariamente bem. Negativa aqui  vamos nós! (Espero bem que não, ao menos um 9.9).
Bem, como já devem ter reparado esta semana não foi famosa, talvez por vos ter desejado uma boa semana , a minha correu-me mal, "giganormemente"mal. . Portanto hoje vou desejar um excelente fim de semana para mim a estudar fisico-química , visto que vou ter intermédio quinta-feira (por favor, tirem-me daqui !) . E uma semana "espetacolher" para mim !
Espero que a vossa semana tenha sido "espetacolher".

Beijinhos e abraços queridos astronautas

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

!

Os livros de biologia chamam por mim, os de biologia, os de matemática A e todos os outros, amontoados e perdidos entre folhas rasuradas. Mas a vontade de estudar é escassa, aliás a vontade de fazer qualquer coisa é escassa.
O velho amigo cansaço é que tem dado de falar e diga-se de passagem, que me anda a fazer imensa companhia, e ele que anda sempre acompanhado pelas olheiras, pelo corpo pesado, e pelo mau feitio, ( velho conhecido ) !
Só queria, hibernar durante dois dias, ficar escondida dentro dos meus fofinhos lençois cor-de-rosa, tapada até ás orelhas, com o gordo do meu gato a fazer-me companhia, será pedir muito?


ps: Como é que há pessoas que falam tanto ás 7h da manhã? Onde é que vão arranjar aquela incontrolável (irritante) energia, se eu ainda nem consigo abrir bem os olhos ? --.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

importância

DESABAFO 3

Sentia o frio a trespassar-me o corpo, os meus ossos doíam-me do quão gélido o ar estava, mas não importava.
Estava sentada no chão e apreciava o brilho da lua. Sozinha, entre a noite escura e o rio baço. Sozinha, mas não importava.
Estava a tecer uma teia de segredos, segredos aqui, segredos ali, Verdades traiçoeiras que me corroíam por dentro. Sentia que o chão que pisava estava apetrechado de bombas e á medida que lhes tocava, algo explodia e um pouco de mim morria. Mas não importava.
Via guerras á minha volta via oportunidades a fugir de mim, como a lebre foge da raposa, a presa do leão, as crianças dos piolhos.
Via melancolia a correr para mim.
Queria pensar no último momento em que estivera completamente bem, mas não me lembrava ...
Continuei onde estava, sem saber o que fazer ou como fazer. Mas não importava
Então peguei na caixinha que trouxera e gritei para lá tudo o que me sufocava, todos os fantasmas que viviam debaixo da minha cama, todas as doenças que praguejavam na minha cabeça, todas as desilusões, todas as guerras.
E deitei a a caixa ao rio com esperança que ela desaparecesse, juntamente com todas estas recordações que me matavam um bocadinho todos os dias ...
Mas continuava sem importar ... A importância é algo demasiado relativo.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Escolhas


DESABAFO 2

Passamos a vida a tomar decisões, sejam elas tão simples como o sabor de um gelado ou tão complicadas como escolher O Futuro.


De certo há quem matava por estar na pele daqueles que neste momento têm o lápis na mão e irão poder escrever a sua própria história.


No entanto é como ter um elefante ás costas, é um peso demasiado grande tanto para mim, como para aqueles que nesta altura irão dar os primeiros passos para a indepência, para escolher algo que irá ocupar a maior parte dos dias de uma vida futura.

Mas se tal não correr como o esperado, após muito trabalho iremos embater num grande muro inalcançavel, teremos de fazer marcha a trás e por fim de fazer tudo de novo, todos os sacrifícios, todos os dias mal gastos, todas as dores e tudo isto sabendo que no final poderemos embater de novo num grande muro.


É ter a vida dependurada. Fazer paraquedismo sem paraquedas. Ser trapezista ... Dar saltos no ar sem rede de protecção. É velejar por entre gigantescas ondas. É nadar com tubarões .
É escalar o Everest . Viver na incerteza ...
É ter o destino nas mãos de desconhecidos.


Não quero que me digam o que fazer, quero um professor experiente que me ajude a acreditar que no final de um dia de chuva, poderei admirar a noite mais bela do ano. Quero acreditar que depois do arco-íris eu irei encontrar um pote com moedas de ouro.


Quero acreditar que quando a altura chegar, tomarei, não a decisão certa, mas a mais acertada ...

quinta-feira, 4 de março de 2010

Se imperfeição, é uma palavra assim tão cliché, tenta arranjar outra , para me definir.



DESABAFO 1

Como haverão de me compreender, se nem eu me entendo. Sou como uma equação com mil e quinhentas variáveis que ninguém sabe resolver. Quero o que não tenho, e tenho o que não quero. Sou complicada, mas gosto de facilidades. Tudo o que faço, faço a correr, no entanto a serenidade e a mansidão são o que me faz respirar com mais prazer. Não lido bem com pessoas orgulhosas, mas este (o orgulho) vive á flor da minha pele. Gosto que me ouçam com atenção, mas tenho falta dela.
Serei eu assim tão imperfeita?

É frustrante querer saber mais e mais, ter as respostas á frente do nariz , mas não as conseguir alcançar, como se um muro com dez mil metros, rodeado de dragões que cospem fogo as rodeassem.

É doloroso ter a insegurança a dormir na minha cama ... Custa assim tanto meditar um pouco antes de agir, não é correcto saltar de um penhasco, pensando ser imortal ... Desperdiçando aquilo que os outros tanto se esforçaram para os ajudar a construir.
É como ser o Robin dos Bosques e sentir pequenas setas de madeira a trespassar-lhe o corpo.
Chega !

E se querer é poder.
Quero gritar ao mundo, para que me ouçam com atenção.
Não quero plástico a viver comigo, quero lealdade, quero compreensão, quero dias de calor e roupas frescas, quero mar brando e vento sereno, doce melodia e olhares harmoniosos, quero sorrisos, sorrisos radiosos ... Eu quero paz. Quero estabilidade. Quero amor. Quero escrever, porque o que escrevo não magoa.


E se sou alguém coberta de defeitos, se sou a imperfeição, que deixe ser !