São 1:13 da manhã. Há duas horas atrás deitei-me sem forças para despir a desconfortável roupa que trazia comigo. O vestido que me desnudava e as meias que me faziam comichões imensas. Mas acima de tudo adormeci a falar contigo. Nunca escrevo para ti ! Não tenho nada a dizer. E sempre que escrevo é porque há alguma coisa que me desafina mais um pouco, algo que me deixa mais desconfortável, arestas que ainda não limei, nem vou limar ... Fazem parte de ti , se as deixares de ter, deixares de ser quem és. Penso que não quero isso ...
Mas tudo isto porque ainda não te agradeci. Por tudo o que me deste até hoje, afinal de contas, já passaram 118 dias, e eu aprendi que não pode ser tudo como eu quero, aprendi que não tenho sempre razão. Ensinaste-me a ser mais benevolente e a pensar duas vezes, a medir o que digo , afinal há palavras que não devem ser ditas a ninguém !
Mas tudo isto porque ainda não te agradeci. Por tudo o que me deste até hoje, afinal de contas, já passaram 118 dias, e eu aprendi que não pode ser tudo como eu quero, aprendi que não tenho sempre razão. Ensinaste-me a ser mais benevolente e a pensar duas vezes, a medir o que digo , afinal há palavras que não devem ser ditas a ninguém !
Obrigada, obrigada por teres um feitio ainda pior que o meu, obrigada por seres mais teimoso que 100 mulas. Por todas as vezes que te pedi desculpa, agora digo-te obrigada.
E obrigada 153268745682 vezes, por me dizeres aquelas coisas fofinhas, por me olhares como me olhas e por fazeres aquele sorriso estúpido que tanto me encanta. Por abanares a cabeça quando estás embaraçado e por me abraçares e eu sentir que não vou a lado nenhum.
E agora são 1:36. vou despir o vestido estúpido, tomar banho e dormir que nem um bebé , porque acordei mais uma vez com a mensagem mais doce que um pacote de açúcar. amo-te





