Trata-se de uma solução e sabendo que para fazer uma solução, é necessário um soluto e um solvente. Posso dizer que tinha alguma dificuldade em encontrar algo que me assentasse bem, mas tu? Tu difundiste-te em mim, uma mistura quase perfeita. Deixou de existir um "eu" ou um "tu" e passou a coexistir um "nós". Belo! Agridoce. Suave e pujante. (Já disse belo?) - Assim como tu, (quer dizer, não tu. Não eu! Sim Nós) Belo. Agridoce!
Eu era amarga (ainda sou - bastante até) e tu eras doce. Não eras um doce especial. Eras o pacote de açúcar com que todos adocicavam o café (amargo, como eu). - quer dizer, o café não, não adocicavam o café (literalmente)!
Adocicavam a vida, o momento, a tarde e a manhã, a hora.
Quando provei, tirei-te o doce, deixei-te diferente e amargo (não quer dizer que seja mau).
Uma solução irresistível, de tão imperfeita ser, e se antes era quase perfeita, agora é saturada de tanto açúcar, de tanto amor, de tanto mel.(Eu gosto de café com mel, adoro até - É quase perfeito).
E quando saíste do jogo (Não te expulsei totalmente, não deitei os pacotinhos de açúcar fora - não fui capaz).
E como posso eu ter medo de te perder, se já não te tenho? - Tomei-te por garantido e sabes que mais? Ainda guardo os pacotes de açúcar, aqueles vazios e belos, quentes do teu toque. Ainda guardo o teu doce dentro de mim - Por pouco tempo.
Imagina ...
we cry
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Amo-te
E que fraqueza tenho eu por cartas! Não faço ideia porquê, mas o que eu sei é que, por mais que escreva para a minha lua, nunca recebi uma resposta. Então, desta vez não vou escrever para a lua, vou escrever para o meu "eu" de há dez dias atrás. Escrevo para o meu "eu" de franja despenteada, de olhos molhados e de vestido cor-de-rosa.
Querido "eu", és a minha pessoa preferida e eu amo-te do fundo do meu coraçãozinho. Tens um feitio de bradar aos ventos.
No fundo és um cacto apinhado de espinhos, e pobres, aqueles que cuidam de ti! Com cortes aqui e ali têm as mãos, a alma e o coração queimados de ti.
Podia dizer que és como uma rosa, que depois dos pobres cortarem as mãos aqui e li, das ferroadas que lhes dás existe um belo botão vermelho prestes a despontar. Mas não, tu não és nenhuma rosa ( E se por acaso fosses, não serias daquelas rosas vermelhas que simbolizam a paixão ardente, não nada disso1 Serias antes uma rosa amarela, aquelas que damos aos nossos queridos e mimosos avós, mas não. Não és uma rosa!) És difícil, demasiado difícil para tal.
És definitivamente um cacto.
À primeira vista podes parecer altiva, bela como uma rosa, forte! Mas não, és tonta, uma cabeça de vento e demasiada imperfeita aos meus olhos.
Amo-te na mesma minha querida. Por isso, muita força. Vais sobreviver a isto e a muitos mais espinhos (Fresh, new, single). Não tem mal seres imperfeita, és quase mais bonita a meus olhos, a meus olhos és linda, quase linda. Por isso, luta comigo, porque o "eu" de amanhã teima em desistir.
Amo-te, és a pessoa de quem eu mais gosto no mundo! Vamos singrar "eu" de olhos molhados, franja despenteada, vestido cor de rosa e pés magoados.
sábado, 18 de junho de 2011
Não há cura , porque não há qualquer tipo de doença !
Querida Lua !
Não fugi, não fugi, não fugi ! É exactamente isso. Não enfiei a cabeça na terra.
Olhei em frente e disse para mim mesma que ia conseguir, e honestamente querida amiga. Sabe tão bem ! Eu estou bem, não tenho os olhos vermelhos, e o meu querido e fantástico repelente mau feitio não está comigo. Foi de férias. Assim como eu vou !
E a cura ? Lembras-te da cura? Aquela contra as dores de cabeça e coração. Bem não é nenhum xarope ! Apenas ... Contraria a causa com o efeito !
É tudo o que eu preciso, é tudo o que eu quero, é tudo o que eu sou querida amiga. E minha pequenina Lua, vens comigo não vens ? O convite chegou ao teu céu estrelado, pois chegou?
E a todos aqueles que têm males de coração ? Amor amor e amor para vocês ! A cura ? Não há cura , porque não há qualquer tipo de doença quer seja física ou mental. Há apenas a ilusão do "vai correr tudo mal" . Mas não tem de correr tudo mal. E se correr?
Bem, se correr, Correu ! Mas tu corres mais ! Corres mais do que qualquer dor !
Contraria a causa com o efeito !
- Querida Bruna ? Não há cura , porque não há doença !
E mais uma vez ... É tudo o que eu quero, o que eu preciso, o que eu sou !
PS: Vertical Horizon, para todos vocês, astronautas de coração apertadinho !
domingo, 22 de maio de 2011
Lost
Há uma simples razão para tudo isto. Ontem não me importava com o perder, porque nunca poderia perder algo que nunca tivera. Mas que no entanto sempre desejara ter ... Hoje tenho, e tenho, e tenho e tenho ! Tenho-te a ti e ao mundo! Não na palma da minha mão, não na minha sombra. Mas no reflexo do meu olhar ... E agora que tenho, sofro por ti, por mim e pelo mundo. Porque amanhã vou saber o que é perder ...
Por isso beijos e abraços quentes de antecipação, assim como a minha dor.
Guarda-me na lua, porque lá só tu consegues chegar !
Por isso beijos e abraços quentes de antecipação, assim como a minha dor.
Guarda-me na lua, porque lá só tu consegues chegar !
quarta-feira, 11 de maio de 2011
No name
NÃO RESISTI ! UM PACOTINHO DE AÇÚCAR ! E Parabéns Portugûes, Parabéns por seres a mais bela lingua do Mundo !
domingo, 8 de maio de 2011
Doença
Sinto-me doente . Mas não aparento ter sinais de enfermidade. Não tenho a testa quente, nem a garganta irritada, não me doí o corpo nem a cabeça.
A única dor que tenho é nos olhos, que teimam em fechar. E se procurar bem, talvez tenha um pico no coração acelerado que teima em bater forte sempre que te vê.
Nas mãos ? Não é dor, é dormência acompanhada por exuberância. Uma miscelânea de tudo e nada, de dor e calor.
Bichos carpinteiros ? Talvez. Eles que se apoderem de mim, que vivam por mim, que sintam por mim, e me fechem num casulo impotente de sentir e viver. Impotente de me magoar. Impotente de dor. Eles que sofram por mim e pelo o meu corpo
No final de contas, talvez tenha uma doença que não se cura com antibióticos nem injecções de penicilina. Talvez se cure com uma cirurgia em que tu me concertes o coração e a cabeça com pozinhos mágicos. Pede ajuda ao Peter Pan. Ele que te dê os pós e uma vida !
A única dor que tenho é nos olhos, que teimam em fechar. E se procurar bem, talvez tenha um pico no coração acelerado que teima em bater forte sempre que te vê.
Nas mãos ? Não é dor, é dormência acompanhada por exuberância. Uma miscelânea de tudo e nada, de dor e calor.
Bichos carpinteiros ? Talvez. Eles que se apoderem de mim, que vivam por mim, que sintam por mim, e me fechem num casulo impotente de sentir e viver. Impotente de me magoar. Impotente de dor. Eles que sofram por mim e pelo o meu corpo
No final de contas, talvez tenha uma doença que não se cura com antibióticos nem injecções de penicilina. Talvez se cure com uma cirurgia em que tu me concertes o coração e a cabeça com pozinhos mágicos. Pede ajuda ao Peter Pan. Ele que te dê os pós e uma vida !
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Love,
Love . fofinhos,
Terra do Nunca,
what ?
sábado, 7 de maio de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
E obrigada 153268745682 vezes,
São 1:13 da manhã. Há duas horas atrás deitei-me sem forças para despir a desconfortável roupa que trazia comigo. O vestido que me desnudava e as meias que me faziam comichões imensas. Mas acima de tudo adormeci a falar contigo. Nunca escrevo para ti ! Não tenho nada a dizer. E sempre que escrevo é porque há alguma coisa que me desafina mais um pouco, algo que me deixa mais desconfortável, arestas que ainda não limei, nem vou limar ... Fazem parte de ti , se as deixares de ter, deixares de ser quem és. Penso que não quero isso ...
Mas tudo isto porque ainda não te agradeci. Por tudo o que me deste até hoje, afinal de contas, já passaram 118 dias, e eu aprendi que não pode ser tudo como eu quero, aprendi que não tenho sempre razão. Ensinaste-me a ser mais benevolente e a pensar duas vezes, a medir o que digo , afinal há palavras que não devem ser ditas a ninguém !
Mas tudo isto porque ainda não te agradeci. Por tudo o que me deste até hoje, afinal de contas, já passaram 118 dias, e eu aprendi que não pode ser tudo como eu quero, aprendi que não tenho sempre razão. Ensinaste-me a ser mais benevolente e a pensar duas vezes, a medir o que digo , afinal há palavras que não devem ser ditas a ninguém !
Obrigada, obrigada por teres um feitio ainda pior que o meu, obrigada por seres mais teimoso que 100 mulas. Por todas as vezes que te pedi desculpa, agora digo-te obrigada.
E obrigada 153268745682 vezes, por me dizeres aquelas coisas fofinhas, por me olhares como me olhas e por fazeres aquele sorriso estúpido que tanto me encanta. Por abanares a cabeça quando estás embaraçado e por me abraçares e eu sentir que não vou a lado nenhum.
E agora são 1:36. vou despir o vestido estúpido, tomar banho e dormir que nem um bebé , porque acordei mais uma vez com a mensagem mais doce que um pacote de açúcar. amo-te
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Desabafo 2,
Gosto de ti.,
Love,
Love . fofinhos,
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
ANA SOFIA GREGÓRIO -

Alegas fazer arte , mas a maior obra és tu !
Brincas com o mundo
Fá-lo pequeno em tuas mãos
Usas a cor, o objecto e o fundo
E pintas e despintas e voltas a pintar
É um todo só teu
Criado por ti
Criado por ti
Pela a magia , pelo mundo meu
Meu e teu e nosso
PS: amo-te
PS2 :Não estou certa que existe a palavra despintar ! Passou a existir no meu dicionário de palavras (inventadas)
PS3: Tenho um grave problema com pontuação. Perdoem-me
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Amigas,
Cartas,
Gosto de ti.,
Love,
Love . fofinhos,
paz,
Poemas
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
23:16
Imperfeitamente feliz
Contigo meu pequeno petiz
Com magia na ponta dos dedos
Brincas e zangas, choras e sorris
Aprendiz de feitiçaria ...
Do meu coração fazes tapeçaria
Coses pedaços de solitárias vidas
E brincas e parás e atas e desatas
Brincas, brincas a brincas
Perdes e encontras , perdes ...
Saboreias e dás pequenas trincas
Amargos sabores de tudo e nada
Tudo, tudo, tudo
Nada, nada , nada
Brincas e brincas ...
Comigo, contigo
Com tudo e com nada
Que rima com fada
Quase sempre
(QUEROOOOOOOO)
ps: Desculpem, este não ficou muito bem , mas pronto
Contigo meu pequeno petiz
Com magia na ponta dos dedos
Brincas e zangas, choras e sorris
Aprendiz de feitiçaria ...
Do meu coração fazes tapeçaria
Coses pedaços de solitárias vidas
E brincas e parás e atas e desatas
Brincas, brincas a brincas
Perdes e encontras , perdes ...
Saboreias e dás pequenas trincas
Amargos sabores de tudo e nada
Tudo, tudo, tudo
Nada, nada , nada
Brincas e brincas ...
Comigo, contigo
Com tudo e com nada
Que rima com fada
Quase sempre
(QUEROOOOOOOO)
ps: Desculpem, este não ficou muito bem , mas pronto
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Bonitos,
Desejos,
Gosto de ti.,
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Talvez um dia teu !
É meu, talvez nosso ...
Quem sabe, por vezes teu.
Mas quase sempre meu.
Queres provar ?
Só um pouco ...
Não ! É meu
Só meu, louco. Meu
Mas louca sou eu !
... Quase sempre meu ! Por vezes teu , talvez um dia nosso !
Quem sabe, por vezes teu.
Mas quase sempre meu.
Queres provar ?
Só um pouco ...
Não ! É meu
Só meu, louco. Meu
Mas louca sou eu !
... Quase sempre meu ! Por vezes teu , talvez um dia nosso !
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
"Visão"
" Vi-te passar, longe de mim, distante,
Como uma estátua de ébano ambulante;
Ias de luto, doce, tutinegra,
E o teu aspecto pesaroso e triste
Prendeu minha alma, sedutora negra;
Depois, cativa de invisível laço,
(o teu encanto, a que ninguém resiste)
Foi-te seguindo o pequenino passo
Até que o vulto gracioso e lindo
Desapareceu, longe de mim, distante,
Como uma estátua de ébano ambulante. "
Caetano de Costa Alegre
Ps: Adoro !
Como uma estátua de ébano ambulante;
Ias de luto, doce, tutinegra,
E o teu aspecto pesaroso e triste
Prendeu minha alma, sedutora negra;
Depois, cativa de invisível laço,
(o teu encanto, a que ninguém resiste)
Foi-te seguindo o pequenino passo
Até que o vulto gracioso e lindo
Desapareceu, longe de mim, distante,
Como uma estátua de ébano ambulante. "
Caetano de Costa Alegre
Ps: Adoro !
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
A Ruiva - Final (quase)
No primeiro dia de Inverno, Gabriel viu-a de novo, passara talvez 6 meses desde a última vez que a avistou. A sua casa ainda continuava as suas costas. Era bem mais fácil para Gabriel acreditar na nobre teoria do Fatalismo, o que está destinado acaba sempre por acontecer. É mais fácil esperar que o que quer que seja nos venha parar as mãos , afinal se não sabemos o que queremos, começamos por onde ?
A bela Ruiva olhou bem para o seu rosto mascarrado, conheceu-o bem de longe e correu para ele, o seu coração deixou de bater, e depois voltou a bater com muita forçaaaa. Não como naqueles filmes lamechas em que o tempo para. Clara correu para ele com toda a força que tinha, zangada ! Chegou ao pé dele, levantou os braços e bateu-lhe no peito, mais uma vez com toda a força que tinha, os seus braços, as suas pernas, todo o seu corpo estava zangado com o homem que a amava sem ela saber ...
Egoísta, como a pode amar e não lhe dizer nada ?
Gabriel agarrou-lhe nos braçinhos e no seu pequeno corpo e puxou-a para trás:
- Gabriel, é esse o teu nome?
- Sim Ruiva .
- Li todas as tuas cartas, e tu és a pessoa mais egoísta de sempre. Amas-me ? O que é isso? Como me dizes que me amas ? Eu não sei dizer. Eu não sei como fazer ... Não é justo alegares que parto corações, meu coraçãozinho é tanto de casca de ovo como todos os outros. E não tenho soldadinhos a protege-lo , por isso diz-me , como sabes o que é isso ? Ensina-me, eu não sei fazer ... Não sejas egoísta, não me prendas ... Ou então acorrenta-me ensina-me a fazer isso ... O que quer que seja.
Gabriel, ficou estupefacto, julgou tão mal aquela pessoa , aquela pessoa com um metro e sessenta e dois, pequenina para ele ... Pequenina para o mundo.
Ele não era forte , seu coraçãozinho também é de casca de ovo ... Pobre Ruiva, Clarinha ... Não sabe fazer, não sabe dizer... E afinal, o que é isso ? Quem é esse tal de "amor" ?
- Ruiva, Clara ... Minha princezinha , não sei tratar-te de outra maneira. Mas deixa que te faça sentir melhor.
O Amor ? É o que tu queres que seja ? Se eu sei o que é ? Talvez sim, talvez não ...
Vamos começar de novo:
- Olá eu sou o Gabriel e estou apaixonado por ti Ruiva !
A bela Ruiva olhou bem para o seu rosto mascarrado, conheceu-o bem de longe e correu para ele, o seu coração deixou de bater, e depois voltou a bater com muita forçaaaa. Não como naqueles filmes lamechas em que o tempo para. Clara correu para ele com toda a força que tinha, zangada ! Chegou ao pé dele, levantou os braços e bateu-lhe no peito, mais uma vez com toda a força que tinha, os seus braços, as suas pernas, todo o seu corpo estava zangado com o homem que a amava sem ela saber ...
Egoísta, como a pode amar e não lhe dizer nada ?
Gabriel agarrou-lhe nos braçinhos e no seu pequeno corpo e puxou-a para trás:
- Gabriel, é esse o teu nome?
- Sim Ruiva .
- Li todas as tuas cartas, e tu és a pessoa mais egoísta de sempre. Amas-me ? O que é isso? Como me dizes que me amas ? Eu não sei dizer. Eu não sei como fazer ... Não é justo alegares que parto corações, meu coraçãozinho é tanto de casca de ovo como todos os outros. E não tenho soldadinhos a protege-lo , por isso diz-me , como sabes o que é isso ? Ensina-me, eu não sei fazer ... Não sejas egoísta, não me prendas ... Ou então acorrenta-me ensina-me a fazer isso ... O que quer que seja.
Gabriel, ficou estupefacto, julgou tão mal aquela pessoa , aquela pessoa com um metro e sessenta e dois, pequenina para ele ... Pequenina para o mundo.
Ele não era forte , seu coraçãozinho também é de casca de ovo ... Pobre Ruiva, Clarinha ... Não sabe fazer, não sabe dizer... E afinal, o que é isso ? Quem é esse tal de "amor" ?
- Ruiva, Clara ... Minha princezinha , não sei tratar-te de outra maneira. Mas deixa que te faça sentir melhor.
O Amor ? É o que tu queres que seja ? Se eu sei o que é ? Talvez sim, talvez não ...
Vamos começar de novo:
- Olá eu sou o Gabriel e estou apaixonado por ti Ruiva !
Ps: A história da Ruiva e do malabarista , está a acabar ...
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A Ruiva do andar da esquina,
Cartas,
Loucura,
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Olha agora ...
Um tal de malabarista, Gabriel penso eu ! ( sim, eu lembro-me do seu rosto mascarrado do fogo, do fumo ! Eu lembro-me das laranjas ! Eu lembro-me .
Mas quem pensa ele que é agora ? Cheguei a casa, livre! Finalmente ... E alguém que brinca com laranjas e palavras, faz-me sentir presa de novo, com dores nas pernas e na barriga! Quem pensa ele que é ? Para usar tal honrosa palavra ? Amor ? Mas afinal o que é isso?
Não há direito de acorrentar meu coração (não, outra fez, não).
E agora é que ele vai ver ! Meu coração também é de casca de ovo, "amigo" ... Malabarista de uma figa , onde estás tu agora?
Mas quem pensa ele que é agora ? Cheguei a casa, livre! Finalmente ... E alguém que brinca com laranjas e palavras, faz-me sentir presa de novo, com dores nas pernas e na barriga! Quem pensa ele que é ? Para usar tal honrosa palavra ? Amor ? Mas afinal o que é isso?
Não há direito de acorrentar meu coração (não, outra fez, não).
E agora é que ele vai ver ! Meu coração também é de casca de ovo, "amigo" ... Malabarista de uma figa , onde estás tu agora?
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Desta é que é Ruiva.
Já passaram 19 dias meu amor ! ( Sim resolvi chamar-te de amor) nesta última carta que te estou a escrever, precisamente por ser a última, e desta vez não vou contribuir para a poluição, vou manda-la para tua casa, e ainda outra para o teu emprego , e por fim uma outra para casa das tuas amigas doidas.
E perguntas-me tu ? Porque não o fizeste antes. Não sei, talvez quisesse eu que nunca as recebesses.
É de salientar que se por acaso leres esta carta, significa que já te mandei muitas outras antes e deixa-as voar, significa também que te amo, mas que já esperei demasiado por ti, e meu coração de casca de ovo, vagabundo e sem abrigo, encontrou um lar ...
E quem sou eu ? Chamo-me Gabriel brigas, tenho 22 anos e 3 irmãs, sou malabarista ! E tu minha Clara, meu amor , trataste de mim uma vez, quando brinquei com o fogo, andava com a casa as costas, mas meu lar fora sempre junto ao teu, minha Ruiva do andar da esquina. Lembras-te de mim princesa?
Eu lembro-me de ti, das margaridas que vivem na tua varanda, do teu gatinho, ó que gato tão gordo amor, dos pasteis de nata de que tanto gostas e trazias para casa as sextas-feiras. Das tuas saídas com as tuas amigas. Ó eu lembro-me de todos os teus pormenores , sejam bonitos ou feios ...
E tudo isto para te dizer que quaisquer que sejam os teus pensamentos, tu estás sempre presente no meu, anjo ! E uma vez disseram-me algo que não esqueci " Meu anjo que permanece e guarda o meu pensamento sem nunca arredar o pé " Eu sou teu anjo Ruiva ! Vou ser sempre.
PS: E junto a esta carta, vou agrafar todas as outras (não fui capaz de as deixar voar sem ter umas cópias, acho que no fundo, nunca acreditei no nobre destino, e sempre soube que o vento não te as levaria.
PS2:( RAQUEL) " Meu anjo que permanece e guarda o meu pensamento sem nunca arredar o pé " É a tua frase ! Meu coração caiu a teus pés (PB) ♥
PS3: Se quiserem ficar a par de todas as aventuras da Ruiva e do Malabarista, todas elas estão etiquetadas com " A Ruiva do andar da esquina"
E perguntas-me tu ? Porque não o fizeste antes. Não sei, talvez quisesse eu que nunca as recebesses.
É de salientar que se por acaso leres esta carta, significa que já te mandei muitas outras antes e deixa-as voar, significa também que te amo, mas que já esperei demasiado por ti, e meu coração de casca de ovo, vagabundo e sem abrigo, encontrou um lar ...
E quem sou eu ? Chamo-me Gabriel brigas, tenho 22 anos e 3 irmãs, sou malabarista ! E tu minha Clara, meu amor , trataste de mim uma vez, quando brinquei com o fogo, andava com a casa as costas, mas meu lar fora sempre junto ao teu, minha Ruiva do andar da esquina. Lembras-te de mim princesa?
Eu lembro-me de ti, das margaridas que vivem na tua varanda, do teu gatinho, ó que gato tão gordo amor, dos pasteis de nata de que tanto gostas e trazias para casa as sextas-feiras. Das tuas saídas com as tuas amigas. Ó eu lembro-me de todos os teus pormenores , sejam bonitos ou feios ...
E tudo isto para te dizer que quaisquer que sejam os teus pensamentos, tu estás sempre presente no meu, anjo ! E uma vez disseram-me algo que não esqueci " Meu anjo que permanece e guarda o meu pensamento sem nunca arredar o pé " Eu sou teu anjo Ruiva ! Vou ser sempre.
PS: E junto a esta carta, vou agrafar todas as outras (não fui capaz de as deixar voar sem ter umas cópias, acho que no fundo, nunca acreditei no nobre destino, e sempre soube que o vento não te as levaria.
PS2:( RAQUEL) " Meu anjo que permanece e guarda o meu pensamento sem nunca arredar o pé " É a tua frase ! Meu coração caiu a teus pés (PB) ♥
PS3: Se quiserem ficar a par de todas as aventuras da Ruiva e do Malabarista, todas elas estão etiquetadas com " A Ruiva do andar da esquina"
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Não sei sorrir, defeito ou feitio?
Não sei sorrir, defeito ou feitio?
Arranjo desculpas hipotéticas, como ter tido pedaços de metal nos dentes, mas o que é isso ? Nada. Em vez do sorriso espontâneo e natural que tanto invejo em outrem, em mostro os dentes, abro a boca para mostrar o esplêndido trabalho da minha dentista. Que egoísta, porque tem ela de ganhar os louros todos?
Mas eu sei bem quem me roubou tal importante pedaço de mim, levou-o e não mo devolveu, ou talvez fui eu que não o quis aceitar de volta, na altura era apenas uma lembrança, agora já não ...
E "sorriso" ? Que palavra mais feia ... Tal acto de mostrar os dentes. Porque não se pode chamar "dedal" , ou "beijinho" , talvez "botão" . Agora "sorriso", que palavra feia! Mas eu ainda sou mais feia por te o ter oferecido, e tu ainda mais por não me o teres devolvido.
Se bem que " Mostra-me o teu botão", não é tão "bonito" como "Mostra-me o teu sorriso".
Alguém me pode ensinar a sorrir ? Ou talvez a recuperar tal forasteiro. Volta seu safado.
PS: Gosto muito da palavra bonita/o.
PS2: Peço desculpa, pela melancolia eminente nos últimos textos. A Ruiva está adormecida mas volta em breve caros astronautas, gosto muito de todos vocês ♥
Arranjo desculpas hipotéticas, como ter tido pedaços de metal nos dentes, mas o que é isso ? Nada. Em vez do sorriso espontâneo e natural que tanto invejo em outrem, em mostro os dentes, abro a boca para mostrar o esplêndido trabalho da minha dentista. Que egoísta, porque tem ela de ganhar os louros todos?
Mas eu sei bem quem me roubou tal importante pedaço de mim, levou-o e não mo devolveu, ou talvez fui eu que não o quis aceitar de volta, na altura era apenas uma lembrança, agora já não ...
E "sorriso" ? Que palavra mais feia ... Tal acto de mostrar os dentes. Porque não se pode chamar "dedal" , ou "beijinho" , talvez "botão" . Agora "sorriso", que palavra feia! Mas eu ainda sou mais feia por te o ter oferecido, e tu ainda mais por não me o teres devolvido.
Se bem que " Mostra-me o teu botão", não é tão "bonito" como "Mostra-me o teu sorriso".
Alguém me pode ensinar a sorrir ? Ou talvez a recuperar tal forasteiro. Volta seu safado.
PS: Gosto muito da palavra bonita/o.
PS2: Peço desculpa, pela melancolia eminente nos últimos textos. A Ruiva está adormecida mas volta em breve caros astronautas, gosto muito de todos vocês ♥
sábado, 8 de janeiro de 2011
" She listens like spring, and she talks like june "
A RUIVA ADORA ESTA MÚSICA,
" Agora que ela está de volta à atmosfera
Com gotas de Júpiter em seu cabelo,
Ela age como o verão e caminha como a chuva
Lembra-me que há tempo para mudar,
Desde o retorno de sua temporada na lua
Ela ouve como a primavera e conversa como junho ... "
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sábado, 2 de outubro de 2010
Discreta fantasia
Era raro seguir o mesmo caminho, o seu passatempo era descobrir atalhos, cortava caminhos e explorava sempre mais uma ruela, por vezes perdia-se e trocava as voltas a si mesma, era algo que lhe agradava, imaginava-se quase como outra pessoa, despida de preocupações e afazeres.
No entanto tinha sempre aquele breve desejo na sua mente, aquela discreta fantasia que apesar de não dar muito nas vistas, aliás eram poucas as vezes, em que sobressaia e andava aos pulos na sua mente ... Preferia ficar adormecida e dar prioridade aos desejos realmente importantes. Mas apesar de tudo, nunca cessava, era aquele breve desejo de encontrar um nome num papel de rebuçado, esbarrar com alguém coberto de imperfeições bonitas, e descobrir um aviãozinho de papel a dizer: Apaixonei-me por ti!
Quando seguia o caminho oposto, ou descobria um lugar onde nunca tinha estado, olhava para o chão e observava tudo em seu redor, com fervor acabava por apagar o que quer que seja da sua mente, respirava fundo e voltava para casa mais leve. Talvez a sua discreta fantasia tivesse mais importância do que pensava.
No entanto tinha sempre aquele breve desejo na sua mente, aquela discreta fantasia que apesar de não dar muito nas vistas, aliás eram poucas as vezes, em que sobressaia e andava aos pulos na sua mente ... Preferia ficar adormecida e dar prioridade aos desejos realmente importantes. Mas apesar de tudo, nunca cessava, era aquele breve desejo de encontrar um nome num papel de rebuçado, esbarrar com alguém coberto de imperfeições bonitas, e descobrir um aviãozinho de papel a dizer: Apaixonei-me por ti!
Quando seguia o caminho oposto, ou descobria um lugar onde nunca tinha estado, olhava para o chão e observava tudo em seu redor, com fervor acabava por apagar o que quer que seja da sua mente, respirava fundo e voltava para casa mais leve. Talvez a sua discreta fantasia tivesse mais importância do que pensava.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Sem rótulo.
Pisei chão desconhecido enquanto tirava conclusões precipitadas, quis acreditar que talvez tivesse um papel mais importante que o que julgava, há muito que era uma mera figurante, fui ganhando importância, mas o meu papel não passava de algo básico, doce, mas sem peripécias. Enquanto eu ansiava por algo complexo, amargo, pujante, mas com um final feliz.
E agora depois de te ter intitulado com um rótulo que não é o teu, voltei a deixar-te à mercê do destino, o destino traiçoeiro que me fez acreditar em algo irreal, o destino que me apunhalou pelas costas. Sei que sou malabarista e jogo com palavras, amando-as ao ar e brinco com elas, no final apanho-as! E volto a guarda-las, porque sempre que as liberto, tenho necessidade de as controlar cuidar e acima de tudo tê-las junto a mim. De modo a que fiquem comigo para sempre.
Mas ainda não me tinha apercebido de algo importante, o facto de não libertar as minhas palavras, impede-me de não completar o meu numero e acabo por ficar à quem das expectativas. E tu fizeste com que as liberta-se, fizeste-me entender que apesar de não as ter ao pé de mim, consigo na mesma senti-las, protege-las e ama-las. E percebi isto, porque te as ofereci a ti ! Entreguei-te as minhas palavras, e a cima de tudo continuo a senti-las. O meu número levou-me ao sucesso, ao êxtase e tu fizeste-me uma ovação de pé
E agora percebi que apesar de ser malabarista e figurante numa peça sem nome. Sou alguém sem rótulo, e ainda está para vir O Alguém que me intitule.Quando chegar, estarei de braços abertos á sua espera, porque tu não tiveste a capacidade de me guardar, assim como guardas-te as minhas palavras.
(Fotografia por Ana Sofia Gregório)
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