Pequenos, grandes, heróis, fracos, princesas e príncipes. Fadas e duendes, sapos, bons, maus .Pessoas ...
E não és herói, não és príncipe, não és fraco, mas também não tens grande fortaleza, és duende e sapo, és bom e mau ! És pessoa, imperfeito tal como eu .
Nunca te pedirei para seres meu herói. Não és, nunca serás. Nem tu nem ninguém. Mas mais uma vez tiro-te o chapéu, levanto-me e faço-te uma ovação, odeio-te por isso ! Por aquilo que sabes.
Odeio me ainda mais , por fazer com que me afecte, por falar com meias palavras e fazer com que nem eu me perceba bem a mim. Até á meia hora atrás, vivia na ignorância das minhas próprias palavras, fechava os olhos. E dizia para mim mesma que iria ficar tudo bem . Á pouco abri bem os olhos e soltei um grito desafinado onde disse tudo o que abominava e o quanto a minha vida estava torcida. Não é que me sinta melhor, pelo contrário, sinto-me apenas menos ignorante.
PS: Perdoem-me caros astronautas , isto por estes lados anda um pouco "torcido" . E sabem que mais ? Ideias, tempo e inspiração é coisa que me falta ! Não pensar é mais simples, doí menos . Perdoem-me pela melancolia eminente .
Talvez volte a escrever sobre a Nossa Amiga Clara , A Ruiva do Andar da Esquina ! O que acham ? Beijinhos e Felicidades . Uma boa quarta-feira . São agora 19:23 , e parece-me que vou tomar um banho de 5 horas e dormir durante 2 dias, e depois vou estudar matemática A até ficar com os olhos em bico.
Imagina ...
we cry
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Ruiva, mais ?
Pé entre é, largava o seu perfume, por uma praça que se assemelhava a Praça de D. Pedro V , o Rossio. Mas mais recatada , igualmente bela, mas irreconhecivel pelo pouco movimento que esta respirava . Provavelmente tratava-se realmente do Rossio, mas não havia a habitual confusão, barafunda, agitação, desórdia, balbúrdia.
Assemelhava-se ao seu quarto em ponto grande. Seu, só seu ! O seu tesouro que partilhava apenas com o seu minhau. Sua mãe desistira de lá entrar e foram muito poucos ou quase nenhuns os amantes que lá entraram.
Outros amante, eram os pelo vintage arregalavam os olhos para Clara. O seu vestido azul, pálido como o céu quando quer chover, condizia com o laço que prendia os seus cabelos Ruivos. Não se esforçara para parecer bonita aos olhos de ninguém. Vestira-se e atara os longos cabelos, com alguma sorte o que era um vestido maltrapilho e um pedaço de pano, fizeram-se parecer com algo parcialmente bonito.
Saíra de casa cedo porque o sono fugiu ! Mas perdia-se por aquela grande praça, andava as voltas, via as horas pelo sol e esperava pela lua. Ouvia música pelo seu ipod e esperava por ninguém !
O Ninguém não era agradável, era doce e fazia fervilhar o seu coração, era grande e abraçava-a ! Mas não era bom, pelo contrário, eram as memórias torcidas. Então mandou embora o Ninguém e ele foi antes que Clara dissesse que não queria mais a sua companhia .
Quando o Ninguém se foi embora , o Alguém chegou, também ele era doce. também a fazia fervilhar , de inicio não, mas foi aquecendo. Era pequenino mas também a abraça-va e algum dia iria ficar grande.
Então ele chegou, abraçou-a e deu-lhe um pastel de nata. Passearam até a Lua chegar e a Ruiva aprendeu a amar.
Assemelhava-se ao seu quarto em ponto grande. Seu, só seu ! O seu tesouro que partilhava apenas com o seu minhau. Sua mãe desistira de lá entrar e foram muito poucos ou quase nenhuns os amantes que lá entraram.
Outros amante, eram os pelo vintage arregalavam os olhos para Clara. O seu vestido azul, pálido como o céu quando quer chover, condizia com o laço que prendia os seus cabelos Ruivos. Não se esforçara para parecer bonita aos olhos de ninguém. Vestira-se e atara os longos cabelos, com alguma sorte o que era um vestido maltrapilho e um pedaço de pano, fizeram-se parecer com algo parcialmente bonito.
Saíra de casa cedo porque o sono fugiu ! Mas perdia-se por aquela grande praça, andava as voltas, via as horas pelo sol e esperava pela lua. Ouvia música pelo seu ipod e esperava por ninguém !
O Ninguém não era agradável, era doce e fazia fervilhar o seu coração, era grande e abraçava-a ! Mas não era bom, pelo contrário, eram as memórias torcidas. Então mandou embora o Ninguém e ele foi antes que Clara dissesse que não queria mais a sua companhia .
Quando o Ninguém se foi embora , o Alguém chegou, também ele era doce. também a fazia fervilhar , de inicio não, mas foi aquecendo. Era pequenino mas também a abraça-va e algum dia iria ficar grande.
Então ele chegou, abraçou-a e deu-lhe um pastel de nata. Passearam até a Lua chegar e a Ruiva aprendeu a amar.
Mais Ruiva?
Post it
A Ruiva do andar da esquina,
Ninguém,
Old/New,
P.,
Terra do Nunca
domingo, 16 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Não sei sorrir, defeito ou feitio?
Não sei sorrir, defeito ou feitio?
Arranjo desculpas hipotéticas, como ter tido pedaços de metal nos dentes, mas o que é isso ? Nada. Em vez do sorriso espontâneo e natural que tanto invejo em outrem, em mostro os dentes, abro a boca para mostrar o esplêndido trabalho da minha dentista. Que egoísta, porque tem ela de ganhar os louros todos?
Mas eu sei bem quem me roubou tal importante pedaço de mim, levou-o e não mo devolveu, ou talvez fui eu que não o quis aceitar de volta, na altura era apenas uma lembrança, agora já não ...
E "sorriso" ? Que palavra mais feia ... Tal acto de mostrar os dentes. Porque não se pode chamar "dedal" , ou "beijinho" , talvez "botão" . Agora "sorriso", que palavra feia! Mas eu ainda sou mais feia por te o ter oferecido, e tu ainda mais por não me o teres devolvido.
Se bem que " Mostra-me o teu botão", não é tão "bonito" como "Mostra-me o teu sorriso".
Alguém me pode ensinar a sorrir ? Ou talvez a recuperar tal forasteiro. Volta seu safado.
PS: Gosto muito da palavra bonita/o.
PS2: Peço desculpa, pela melancolia eminente nos últimos textos. A Ruiva está adormecida mas volta em breve caros astronautas, gosto muito de todos vocês ♥
Arranjo desculpas hipotéticas, como ter tido pedaços de metal nos dentes, mas o que é isso ? Nada. Em vez do sorriso espontâneo e natural que tanto invejo em outrem, em mostro os dentes, abro a boca para mostrar o esplêndido trabalho da minha dentista. Que egoísta, porque tem ela de ganhar os louros todos?
Mas eu sei bem quem me roubou tal importante pedaço de mim, levou-o e não mo devolveu, ou talvez fui eu que não o quis aceitar de volta, na altura era apenas uma lembrança, agora já não ...
E "sorriso" ? Que palavra mais feia ... Tal acto de mostrar os dentes. Porque não se pode chamar "dedal" , ou "beijinho" , talvez "botão" . Agora "sorriso", que palavra feia! Mas eu ainda sou mais feia por te o ter oferecido, e tu ainda mais por não me o teres devolvido.
Se bem que " Mostra-me o teu botão", não é tão "bonito" como "Mostra-me o teu sorriso".
Alguém me pode ensinar a sorrir ? Ou talvez a recuperar tal forasteiro. Volta seu safado.
PS: Gosto muito da palavra bonita/o.
PS2: Peço desculpa, pela melancolia eminente nos últimos textos. A Ruiva está adormecida mas volta em breve caros astronautas, gosto muito de todos vocês ♥
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