A verdade? A verdade é que me deixas a pensar. A pensar em tudo, a pensar em nada, tens a capacidade de me pôr a mil á hora, cem perguntas, sem repostas ...
Querer, tentar, lutar, conseguir ? cem perguntas, sem respostas ...
O que queres de mim? O meu espírito? Consome-o. A minha vivacidade? Rouba-ma. O meu carácter? Arruina-o. Queres tudo? Leva. Não queres nada? Deixa
Mas não permitas que deite ao chão aquilo que me alimenta ... Amor, paixão, saudade, dignidade, coragem ...
Envolver-me ? Era a ultima coisa que queria, mas abri a torneira, gota a gota , ia alimentando-me com algo desconhecido, doce, mas com um travo sofro, traiçoeiro ...
E agora? Agora sinto a pressão no meu peito, não consigo respirar, vês a minha expressão? Estou a afogar-me. Vou fechar a torneira, vou fecha-la, não porque quero, mas porque a agua que estou a beber, a agua que me alimenta o espírito está a corroer o meu corpo, eu quero que ela se torne potável, quero muito. mas sei, sei que nunca se tornará própria para meu consumo.
Lindo Rolinho de Carne lindo mesmo. Bj
ResponderEliminarsounds just perfect!
ResponderEliminarAdoro a forma como te entregas aos teus poemas, é fascinante.
Este é em particular, um dos meus preferidos :D
H&K sara