De olhos vendados, de mãos atadas e de pés cozidos ao chão. Chão de seda... Pés de trapo, um farrapo descartável, que já vira o inacreditável e tocado no impossível, já fora o feitio da humanidade e acorrentado pelo orgulho. Não estava perdido, conhecia bem o cheiro que o dominava. Visava a meta a poucos metros de si, dera largas passadas no inicio, correra com o vento, fora o vencedor, mas não queria ganhar a corrida, estava cansado de metas ... Diminuiu a velocidade, parou. Perdeu ... Não importava. Fugiu para bem longe, queria liberdade ...

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